O pré-candidato ao Governo de Rondônia pelo PSB, Samuel Costa, utilizou as redes sociais para criticar a mudança de discurso de adversários políticos a respeito da privatização da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd). No vídeo, o político alerta os eleitores sobre o que descreve como “estelionato eleitoral”, referindo-se à postura de candidatos que, historicamente, apoiaram a redução do Estado e terceirizações, mas que agora se posicionam contrários à concessão dos serviços de saneamento.

Análise do histórico político

Samuel Costa enfatizou a necessidade de o eleitor avaliar a trajetória dos candidatos, além das promessas feitas durante o período de campanha. “Discurso muda. Histórico, não”, afirmou o pré-candidato, sugerindo que o eleitor consciente deve investigar as votações e posicionamentos públicos anteriores de cada postulante. Para ele, a alteração de diretrizes ideológicas apenas para conquistar votos prejudica a clareza do debate democrático.

Concessão da Caerd em pauta

O vídeo aborda o recente edital publicado pelo Governo de Rondônia, que prevê a concessão dos serviços de água e esgotamento sanitário em 40 municípios. O contrato, com duração estimada de 35 anos, possui um valor global de 8,47 bilhões de reais. Costa argumenta que o tema é de extrema importância para o estado e exige um processo transparente e amplamente debatido com a sociedade, sem que as propostas sejam usadas como mera ferramenta de marketing eleitoral.

Memória e responsabilidade

Sem mencionar nomes, o pré-candidato traçou paralelos com a privatização do setor elétrico e a discussão sobre a concessão da BR-364 para reforçar seu alerta. Ao encerrar sua mensagem, Samuel reforçou que o voto requer memória e cautela por parte da população. Segundo o pré-candidato, o eleitor não deve fornecer um “cheque em branco” a políticos que alteram suas convicções de acordo com a conveniência do momento eleitoral.

FONTE/CRÉDITOS: Fonte: News Rondônia — https://newsrondonia.com.br/politica/2026/07/14/samuel-costa-critica-pre-candidatos-e-aponta-risco-de-estelionato-eleitoral/